A Imaginação Literária e o Direito: A (Im)Possibilidade de um Modelo Jurídico-Decisório nos Argumentos de A. Castanheira Neves e de Martha C. Nussbaum


Editora Juspodivm, ISBN 978-85-62756-25-2, p. 211-230, Salvador, 2012, 259p.

Qual o sentido do direito na atualidade do pensamento jurídico? Será ainda possível/necessária uma experiência jurídica enquanto tal? Serão ainda os juristas indispensáveis ou pertencem à realidade de uma outra época? Estas são algumas das interrogações que com originalidade/radicalidade A. Castanheira Neves tem colocado, todas elas discutidas no Seminário Internacional de Filosofia do Direito de Ouro Preto ocorrido em 2008 e que reuniu autores brasileiros e portugueses interessados na sua obra. O livro, coordenado pelos professores Antonio Sá da Silva e Nuno M. M. S. Coelho, traz neste capítulo específico a contribuição do primeiro ao debate, focando o problema do método a ser empregado pelos juízes na solução da controvérsia jurídica, especificamente sobre a possibilidade ou não dos juristas poderem aprender alguma coisa com os poetas; de um lado a autora americana respondendo positivamente, e do outro o autor português recusando essa aplicação. Cada um deles tem sérias razões para defender sua posição.

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